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Um
dos erros mais freqüentes na instalação
de mangotes é o posicionamento
de seu centro de rotação.
Existe apenas uma posição
correta, sobre o ponto de intersecção
dos eixos centrais das duas tubulações
conectadas. As distâncias do ponto
de intersecção a cada face
dos flanges de conexão deve ser
a mesma em ambos os lados. A soma dessas
duas medidas deve ser igual ao comprimento
do mangote. |
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O centro de rotação não
deve coincidir com a região de
flangeamento, que é um ponto de
acúmulo de tensões.
A opção é instalar
um único mangote com comprimento
igual à soma dos dois.
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Evite “curvar” o mangote além
de seu raio mínimo de curvatura.
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Neste exemplo, o mangote é desnecessariamente
longo. O centro de rotação
está incorretamente localizado,
acarretando a distorção
do mangote.
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Evite o uso de abraçadeiras que
obriguem o mangote a assumir posições
forçadas. Não instale o
mangote sobre terrenos acidentados, como
por exemplo na conexão entre a
linha flutuante e a linha de terra. Neste
caso, o material dragado desgastará
rapidamente o mangote.
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Não instale o mangote imediatamente
após tubulações curvas,
pois o impacto direto do material dragado
sobre uma pequena área causará
seu desgaste prematuro. Procure instalar
o mangote no lugar da curva metálica*,
pois o desgaste será distribuído
por toda a superfície. De tempos
em tempos, gire o mangote de 60° a
90° para que o desgaste seja uniforme
em toda a seção.
* A borracha apresenta resistência
a abrasão muito superior aos materiais
metálicos.
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Não acople o mangote muito próximo
da entrada ou da saída de uma bomba
centrífuga. A rotação
do material abrasivo, especialmente em
linhas muito longas, é transmitida
para a tubulação instalada
perto da bomba, causando o desgaste prematuro
da mesma. É aconselhável
manter uma distância de uma a duas
vezes o diâmetro nominal. Atualmente
são fabricados bocais de borracha
flangeados em materiais de alta resistência
à abrasão, instalados nesses
pontos críticos como peça
para desgaste.
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